O autor conclui que a troca de um smartwatch por um relógio tradicional pode ser uma escolha sensata para aqueles que perceberam que a coleta de dados não melhora sua qualidade de vida. Ele encoraja os espectadores a refletirem sobre suas próprias necessidades e a não se deixarem enganar por produtos que prometem mais do que realmente oferecem.
0:00 Esse GO aqui, o G5600, faz muito menos coisa que um smartwatch. E foi exatamente por isso que ele tomou o lugar do meu Hai Watchfit 4 no dia a dia. Se você tem um smartwatch ou está pensando em comprar um, esse vídeo é para você, porque eu vou explicar porque essa troca faz sentido. Eu comprei o meu primeiro smartwatch há 4 anos atrás com um objetivo bem específico que era acompanhar o meu desempenho nas corridas. Eu queria saber a distância,
0:32 ritmo e batimentos cardíacos, principalmente, mais por curiosidade mesmo, porque eu nunca pretendi virar atleta. E o modelo que eu usei por aproximadamente 2 anos foi um da Xiaomi, não é esse aqui. É que era um relógio muito mais simples. E nessa época eu já passei a usar dia e noite, né? Eu comprei pretendendo usar só na hora de fazer exercício e já passei a usar até dormindo. Eh, e depois eu comprei esse aqui que é o Huawei Watfit 4 e continuei
1:04 também usando e 24 horas por dia. Eu só tirava para tomar banho, para minimizar a chance de oxidação, mas o problema não tava especificamente no relógio, tava em mim. Eu tenho a tendência a analisar métricas e estatísticas de tudo e essa inclinação me fez fugir desse objetivo inicial de ter o smartwatch. Então, do desempenho das corridas, eu passei a olhar passos diários, tempo de sono, pontuação de sono, eh batimentos
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