0:00 A atuação contra o Haiti até pode ser relativizada pelo nível baixo do adversário que o Brasil enfrentou, mas o que não dá para negar é que a vitória mostrou um caminho do que o Anchelote deseja pro time na forma de jogar. Portanto, prepare-se. O que vimos é uma base de ideia de jogo que o Anchelot quer para ganhar a Copa do Mundo. E eu vou te mostrar porque esse jogo fácil foi, na verdade, o teste de laboratório mais importante pra seleção, pensando na sequência da Copa do Mundo. Essa aqui foi a formação da seleção brasileira de início no jogo contra a seleção do Haiti. O Haiti defendia com uma linha de cinco, tinham outros quatro jogadores no
0:30 meio-coampo e o Anelot fez duas mudanças, de nome e uma de posicionamento. A de posicionamento foi Rafinha e Paquetá, porque no primeiro jogo eles começaram invertidos em relação ao que tá aqui, né? O Paquetá começou na direita e o Rafinha começou na esquerda. E de novidades de nomes, a gente teve o Danilo e o Mateus Cunha no comando de ataque. E o Mateus Cunha peça primordial. Pra gente entender um pouco das dinâmicas do Brasil com a bola, a ideia era muitas vezes subir os dois laterais no momento em que o Brasil tinha a bola, trazer o Lucas Paquetá para dentro, deixar o Vini livre para circular, abrir, fazer diagonal, infiltrar. O Rafinha é a mesma coisa,
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